sábado, 17 de maio de 2008

um começo

Vida é teia que se tece. Fio a fio. Quando um se parte, corremos a tentar reconstruí-lo, temerosos que a ruptura revele a fragilidade em que alicerçamos nossos valores, nossos afetos, nossas loucuras, e destrua a única história que passamos a vida tentando contar: a nossa.

"Mas a habitação da aranha
é a mais frágil das habitações."
(Corão, 29,40)

quinta-feira, 8 de maio de 2008

Ai que loucura!!!

Erasmo de Rotterdam justificou-se a seu amigo Tomas Morus: se Virgílio escreveu um poema sobre o mosquito, se Ovídio louvou a noz, se Sinésio falou dos carecas, por que ele deveria reprimir-se em falar da loucura? Afinal, de perto ninguém é mesmo normal. Euzinha, de minha parte, acho loucura é fazer blog. Ô coisinha complicada, sô. Tô há dois dias pelejando nesse troço, mas parece que agora vai. Então, tô por aqui de novo. Agora só me falta faltar inspiração...