quarta-feira, 13 de maio de 2009

Depois eu é que sou esquisita...(parte I)

Outro dia Betinha me disse que escrever é um ato de liberdade, ainda mais num país onde ninguém lê. Perguntei pra ela se aquilo era bom ou ruim. Ela me veio com um “você é esquisita” e mudou de assunto. Disse que estava a procura de... E eu ali, esperando, só que ela não terminou a frase, mas me disse que não cabiam reticências, encarando a minha cara de... Eu não consigo definir a cara que fiz a não ser com reticências, que pra Betinha são o último suspiro, do qual ela ainda está longe. E me disse que escreve com medo e esperança que a sua escrita sirva para algo. Esperança eu entendo, mas medo? Depois eu é que sou esquisita.

Um comentário:

Jorge Xerxes disse...

Ana Claúdia,

estive aqui visitando suas saborosas (in)verdades!

Se Você afirma que mente, só estará falando verdade às formigas - e isto já é um enorme progresso.

Um Beijo Grande, Jorge X